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La Petite Souris







(Areado, Minas Gerais - julho de 2019)
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Bonjour, mes amis!

Todos os meses, o Brasil apoia alguma campanha importante para a saúde de sua população. Nesse mês que se finaliza (setembro), a campanha que mais fica em alta é a do Setembro Amarelo - campanha de prevenção ao suicídio. Isso é tão importante, mas tão importante que eu decidi acompanhar o que muitos blogueiros estão fazendo e alertar por meio da plataforma que me dá voz na Internet, o meu querido jardim/blog, sobre a gravidade do aumento de casos de suicídio no mundo inteiro.

Não sei se possuo a autoridade necessária para falar sobre algo tão grave, pois nunca tive pensamentos suicidas. Mas, com base na humilde bagagem que possuo, posso falar com certeza que o suicídio não é a solução! Se você está passando por uma fase difícil, por favor, procure ajuda o mais rápido que você puder. A vida é muito valiosa e todas, absolutamente todas, possuem um valor concreto muito grande! Para ter um suporte profissional, ligue para o número 188 e para mais informações sobre essa campanha, é só clicar aqui.

Para alertar sobre essa campanha, decidi fotografar objetos amarelos que fazem parte do meu dia a dia. São coisas que me fazem feliz também, mesmo que por apenas alguns segundos. Mon ami, pense também nas coisas pequeninas que te fazem sorrir e relembre o quanto sua vida é valiosa para muitos.


Novamente, reitero a importância da campanha do Setembro Amarelo e da prevenção ao suicídio.
Sua vida é muito importante.
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Bonjour, ça va?

Estamos na semana da Páscoa e os dias comemorativos são aqueles que mais me deixam contentes no ano. Eu amo o Carnaval, a Páscoa, os Dias de..., o Natal e o Ano Novo. Todos eles são dias para comemoramos alguma coisa. São dias para ficarmos felizes e fazermos coisas nesse mesmo sentimento: encontrar quem amamos, comer coisas gostosas, tirar fotos e sorrir de orelha a orelha por horas. Mas, eu também adoro os começos e os recomeços. E, assim são as mudanças de estação...

O outono chegou em São Paulo embaixo de muita chuva: eram as "águas de março fechando o verão"! Ainda, depois de alguns dias, chove bastante por aqui. Agora mesmo, enquanto escrevo esse capítulo, está chovendo muito, um dia típico para virar matéria em jornais como o do Datena. Mas, eu adoro o início de uma nova estação e estou adorando esse outono.



Contudo, o nosso outono (o outono brasileiro) não surgiu nos moldes que encontramos em filmes e livros do hemisfério norte: nada de folhas secas caindo aos montes no chão; nenhuma árvore alaranjada e, muito menos, um festival com suco de maçã e abóboras maduras para vender. Aqui, no Brasil, o outono não vem assim!

As fadas que controlam a nossa região não possuem a mesma estética das suas primas do Norte. Elas amam o calor, as cores e a vivacidade, eu acho. E, pintam nossa natureza com as mesmas cores do verão, talvez mais apáticas, é certo, mas nada que destoe muito do que já estamos acostumados.
Quando eu saio de casa, eu olho as flores e elas continuam ali. As folhas, ainda presas às árvores maternas, o chão limpo (ou melhor, sujo, mas não coberto por folhas secas)... 


Talvez, o ambiente em que mais encontro esse outono clássico da nossa imaginação é a minha universidade. Lá, os pinheiros que acompanham algumas avenidas estão se despindo de suas roupas em formato de pinhas. 

É claro que isso me deixa contente! Eu já colecionei muitas e muitas pinhas no ano passado (prometo mostra-las em algum capítulo do La Petite Souris) e pensei no final de março em coloca-las para enfeitar o meu quarto nesse período outonal, porém, novamente me lembrei que o outono brasileiro não é de todo assim. E deixei-as guardadas para o Natal. Quem sabe vocês as verão mais no fim do ano?


Eu imagino que vocês estejam pensando agora que eu estou sendo muito nacionalista e que deveria desencanar de tudo isso. Mas, na verdade, não foi esse o propósito do capítulo de hoje: o objetivo foi mostrar a todos um outono diferente e que é lindo do mesmo jeitinho. Por isso, tem que ser valorizado assim como valorizamos o outono do norte por ser uma gracinha estética.

Afinal, as fadinhas do sul também fazem um trabalho excelente! Todos os dias, elas dão a nossa natureza tons bastante pigmentados, cores valorizadas por um sol forte e que fornece uma luz linda, e que enchem nossos olhos de muito amor e orgulho.

A escolha das fotos das cerejeiras do Parque do Carmo não foi intencional, porque eu queria mostra-las antes mesmo de definir o tema do capítulo. Mas, agora que elas já estão aí, cabe uma reflexão pertinente: olha, a festa das cerejeiras acontece aqui sempre no período de inverno por causa do clima que essa árvore precisa para florescer. O clima brasileiro é tão diferente do japonês, não é mesmo? 
Contudo, ambos produzem coisas magníficas em suas especificidades!

Foi isso que eu tentei mostrar... E vocês? Possuem alguma história de outono que queiram compartilhar comigo neste meu pequenino jardim?
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Esse capítulo não terá texto. Aproveitem a magia que uma imagem revela por si só.

Au revoir.
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Bonjour, mes amis!

Ontem foi o meu aniversário de 19 anos e, como essa data especialíssima para mim caiu em uma segunda-feira, eu e meus pais decidimos comemorar mais um ano de vida no sábado passado, dia 04. Fomos em um lugar que conquistou o meu coração em julho do ano passado, nas férias de inverno, a cidade do interior de São Paulo chamada Serra Negra, conhecida por ficar no Caminho das Águas, pois é pertinho de Águas e de Lindoia.

Quando eu fui lá pela primeira vez, não conhecia nada e me encantei pelo clima interiorano, pelas lindas lojinhas e casas, pelo ar menos poluído em comparação a capital e pelos vasos de flores que enfeitam a fachada das residências serranas. Então, em 2017, quando eu precisava decidir para onde ir no meu aniversário, não pensei duas vezes e escolhi Serra Negra!

Essa placa foi encontrada em um bookcafé da cidade. Eu me apaixonei logo que a vi e então tirei foto.
Mas, não fomos para lá diretamente, não! Primeiro passamos na AFPESP de Lindoia matar a saudade desse cantinho maravilhoso. Era de manhã, porém, já sentíamos o cheiro do almoço sendo preparado e, confesso, minha boca se encheu de água! Passeamos por lá, visitamos a fazendinha e eu tirei muitas fotos de flores (que ficam para outro capítulo), ou seja, foi tudo muito bom.

Então, seguimos para a AFPESP de Serra Negra, pois nunca fomos lá e queríamos visitar. Os prédios do hotel eram bem mais bonitos do que eu imaginava, nos deu vontade de se hospedar já, mas deixamos a exploração para quando de fato nós ficássemos hospedados.
Essa é a Boneca. Ela é uma égua nova que foi comprada para a unidade de Lindoia e já estava bem a vontade com o seu novo lar, como vocês podem observar, hehehe.
A unidade de Serra Negra é assim! Tanto em Avaré quanto em Lindoia, nós ficamos hospedados em chalés, então os prédios de Serra Negra são novidades para a gente. Em um futuro não tão distante, com toda a certeza, aproveitaremos esses apartamentos.
Como já estava terminando a manhã, partimos para o centro de Serra Negra e, ah, que alegria foi! Eu adoro ver as lojas, o que foi a nossa primeira atividade. A cidade é repleta de bancos fofos para as pessoas que estão fazendo compras se sentarem e descansarem, além de postes de luz com vasos de flores na ponta e carrinhos com bichos de pelúcia dentro para as crianças darem uma volta na praça principal.

As fotos abaixo, eu tirei no ano passado, mas valem pela viagem desse ano, já que fomos na Casa dos Ursos novamente. Essa é uma chocolateria tradicional de Serra Negra e que funciona como ponto turístico, pois a decoração é lindinha. A fantasia nos informa que são os ursinhos que preparam os chocolates artesanais vendidos lá, chocolates deliciosos e com sabores bem diversificados que me fizeram voltar quando tive a oportunidade.



Outro ponto turístico de Serra Negra é o Teleférico que leva as pessoas para o Cristo Redentor da cidade. Para entrar, nós temos que passar por uma praça com muitas lanchonetes e que também fica perto da Rodoviária. Ficamos por lá mesmo, porque achamos o preço do Teleférico caro para ser um carrinho de uma pessoa só (15 reais), porém, foi adorável sentar, descansar e ver os moradores se divertirem no sábado de sol da cidade.

Detalhes da Pracinha do Teleférico.
Depois fomos às compras! Ewee! Comprei chips de provolone que são bem mais baratos lá do que aqui na capital, chocolates da Casa do Urso e visitamos o mercadinho (adoro mercadinhos) para comprar água. As compras migraram de Serra Negra para Lindoia e então, cansados e com fome, fomos para Bragança Paulista para comer um lanchão de linguiça tradicional da cidade e então voltar para São Paulo.

O passeio foi incrível, muito adorável, o sol contribuiu muito para as fotos ficarem lindas e para nos divertirmos bastante. Com certeza esse dia ficou guardado para sempre em meu coração e fez com que o Jogo do Contente fluísse sem que eu me esforçasse para isso.

Obrigada por ler esse capítulo alegre e agradecido.

Beijos açucarados..

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Sobre Mim

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Bonjour, meu nome é Bruna. Sou uma ratinha de biblioteca, adoro fotografar a natureza, andar por ruas desconhecidas e escrever tudo o que me vem a cabeça. Obrigada por visitar o meu jardim. Abra seus olhos e amplie sua imaginação. Talvez você precise bastante por aqui.

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