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La Petite Souris

Serenity Illustration Series on Behance  #sunset #vectorillustration #girlillustration #anzacday #motiondesign #styleframe

(para garantir a seus seguidores que eles estão no caminho certo)

Se os seus olhos brilham com um pôr-do-sol... Você está no caminho certo.

Se seus ouvidos se alegram com o gorjeio dos pássaros... Você está no caminho certo.

Se o seu sorriso se abre com a resposta ingênua de uma criança... Você está no caminho certo.

Você está no caminho certo, você está no caminho certo.

Se a floresta retumba em seu coração... Você está no caminho certo.

Se a sua luta é por um mundo igual... Você está no caminho certo.

Se o seu amor é múltiplo e gentil... Você está no caminho certo.

Você está no caminho certo, você está no caminho certo.

Se os livros pesam em sua estante... Você está no caminho certo.

Se o seu coração é leve como mil vaga-lumes... Você está no caminho certo.

Se o passado é seu amigo, o presente é seu companheiro e o futuro é sem complicação... Você está no caminho certo.

Você está no caminho certo, você está no caminho certo.

Obrigada por estar junto comigo nessa jornada. Você está no caminho certo.
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Charming Ocean Illustrations Show Hundreds of Creatures Under the Sea

(para ajudar um estranho a tomar uma decisão)

João contava os passos que dava na calçada de paralelepípedos. Ele já havia dado 145 desde a porta de sua casa, cor carmim e porta amarela na esquina da... bom, João é reservado e não queremos invadir a sua privacidade.

Seus pensamentos estavam longe dali. João queria identificar o tipo de bolor que havia consumido a parede do seu quarto, porque, assim, ele conseguiria combatê-lo de forma corretíssima. João era biólogo aliás, mas não micologista... Ele precisava de uma segunda opinião.

146, 147, 148.

João esbarrou em alguém. "Opa, desculpa". Mas, ele não recebeu uma resposta qualquer e sim, uma explosão de choro. "Eu te machuquei tanto assim? Ei, me desculpa". João teve que deixar de olhar para baixo e contar seus passos para olhar o seu interceptor. Era um homem com seus 56 anos, barba rala e um tufo majestoso de cabelo que coroava sua careca como uma coroa de louros romana. O seu nariz batatudo estava agressivamente vermelho e os olhos acompanhavam-no com elegante agonia. João não sabia mais o que fazer para se desculpar por ter esbarrado nele. Ou ter sido esbarrado.

O estranho tinha um choro cadenciado que parecia estar arrefecendo. Em seu ínfimo e majestoso último choro, uma fungadela tímida, o estranho olhou para João como que se desculpando.

"Você já viu o fim do oceano?", o estranho perguntou para João de uma forma mais estranha ainda. João estagnou com um olhar perplexo.

"Ahn. Não... Você já?". João sabia que era uma pergunta tola. Mas, o que fazer naquela situação?

"Eu já. Voltei de lá agora mesmo, do fim do oceano. Rapaz, lá é a coisa mais linda do mundo todo. Por isso estava chorando e não vi você cruzar o meu caminho... Desculpa, rapaz. Desculpa".

"Tá tudo bem". Mas, o estranho não saía da frente de João. Ele esperou: será que ele faria alguma coisa estranha? Era melhor correr dali?

"Tsc, você pode me ajudar a tomar uma decisão? É bem rapidinho. Eu saí de lá do fim do oceano e os habitantes do Mar Profundo me deram esses dois pedações de alga, completamente diferentes um do outro e que me deixam encafifado. Eles precisam que eu escolha só um... Qual você escolheria?"

João se retesou. Ele era péssimo em escolhas. Por isso, ele precisava de uma segunda opinião com o mofo destruidor de lares que preenchia as paredes de seu quarto. Mas, aquele homem não sairia dali se ele não o ajudasse, né?

As duas algas eram muito parecidas uma com a outra na verdade. A única diferença era que uma brilhava em azul e a outra, em verde fluorescente. Em seus anos de Biologia, João aprendera que coisas fluorescentes eram ruins na Natureza. Eram perigosas...

"A verde fluorescente, senhor".

"Ah, ah, muito obrigado! Rapaz, obrigado pela ajuda. Bom, deixe-me deixá-lo passar, ok? Obrigado, obrigado e desculpa".

João piscou duas vezes e seguiu o caminho até seus amigos biologistas. O mofo foi resolvido, porém sua consciência não. O que acontecera com ele? Porque quando saía, viu que o velho havia comido a alga com gosto...

Mas, o que era aquilo em seu aquário?

Um peixe novo? Cinza e de olhar brejeiro... Um peixe de olhar brejeiro?

"Rapaz, você me trouxe para o fim do oceano com aquela alga. Aqui é maravilhoso demais, obrigado". 

João desmaiou.
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(sobre as coisas funcionando no mundo)

quando a pandemia passar, eu vou:

subir em árvores.

nadar embaixo do oceano.

catar conchinhas na orla da praia.

sentar em uma praça para ver o movimento passar.

plantar beterrabas. uma árvore talvez.

ir a festas. ser jovem também.

abraçar meus amigos.

sorrir para estranhos na rua (eles verão meu sorriso, aliás).

mudar a rota repentinamente e não seguir o google mapas mais.

quando a pandemia passar, o mundo:

voltará ao normal. ou voltará ao novo normal?

e como as coisas funcionarão no mundo pós tudo isso?

um novo poema precisará ser construído.
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(sobre sua frase motivacional favorito)


Pollyanna é o livro que mudou a minha vida. É o livro que me transformou como pessoa e que me fez encontrar a mim mesma em meio a um furacão.

Pollyanna, menina bonita do laço de fita. Menina que me ensinou o Jogo do Contente. O que ela sente? O que eu sinto?

Gratidão. Obrigada, Pollyanna por me permitir ser a Bruna verdadeira.

Au revoir.
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print & pattern: KIDS DESIGN - marks & spencer

(para fazer alguém rico)

"O que há no final do arco-íris?", eu te pergunto. Anita se fez a mesma pergunta em uma tarde pós-chuva no verão de Janeiro. Ela estava de férias no sítio da avó e aguardava na varanda, junto com seus primos menores e alguns irmãos mais velhos, para poder ir brincar nas largas poças que se formaram no pomar.

Ninguém ali conseguiu responder a sua pergunta. A vovó estava ocupada com a confecção de um delicioso bolo de laranja para o café da tarde. Sua tia Nena havia saído para a cidade em busca de canela para os bolinhos de chuva que estavam programados para amanhã.

Seus olhos piscavam em direção ao céu meio cinza, meio azulado, perscrutando os raios multicoloridos que arqueavam no céu sem fim. Se ela pudesse escorregar naquele imenso escorregador de sete cores, aonde ela chegaria? Na China? Em um imenso poço escuro que a levaria para um mundo de Copas como em Alice no País das Maravilhas? Na boca de um dragão maravilhoso e dourado?

Anita queria saber. Anita precisava saber. Quando sua vovó deu o start para que eles pudessem ir brincar, Anita correu em direção aquele imenso arco-íris.

Corre que corre, pula a pedra aqui, contorna uma cerca ali. Puf, puf, puf. Anita via mais e mais daquele arco-íris: ela se apequenava. Ele se agigantava. E, por estar olhando para cima, Anita não percebeu que chegara ao seu destino. Bateu contra o arco-íris. Ai, ai, ai.

E, então, ela tinha que correr agora para chegar ao seu fim, o margeando. Corre que corre, as mãos de Anita passavam pelo arco macio que a acompanhava... E, então, o que ela via logo a seguir? Um pequeno homenzinho verde e azul de cara feia? Um... um... um duende?

"Ahá, mais uma. Ei, menina, o que você quer aqui?", o duende perguntou com camaradagem.

"Ahn, você é o que há no final do arco-íris?". Anita, evidentemente, estava desapontada.

"Qual é, eu sou legal".

"É. Então tá, preciso voltar, porque hoje a vovó fez bolo de laranja. Adeus, duende".

O duende se exasperou.

"Ei, ei. Calma lá. Isso não é tudo, mana. Ahn, ahn. Um pote! Um pote de ouro, é isso o que eu tenho aqui comigo como o prêmio do fim do arco-íris. Que tal?"

Anita encheu os olhos de alegria. Ouro?

O duende sorriu com malícia. Fisgara mais um para sua coleção de porcelana de amigos para sempre.

Mas, Anita não era boba. Ela percebeu que o duende esfregara as mãos enquanto falava e sentiu um cheiro de tramoia no ar. Ela decidiu responder:

"Não, valeu. Bolo de laranja é mais gostoso. Ô duende, se quiser, eu trago um pedaço para você amanhã". Pode ser? 

E Anita saiu em disparada. Margeou o arco-íris, correu, puf puf puf. Voltou para o sítio.

No outro dia, choveu de novo e no céu se formou um arco-íris. Anita cumpriu sua promessa e conversou mais um pouquinho com o duende. Ele não era tão chato assim... Decidiu que voltaria no outro dia para brincar de esconde-esconde com ele (sua brincadeira favorita). Isso durou uma semana, o período mais chuvoso do mês inteiro.

No domingo, Anita não pôde ir brincar, porque nenhum arco-íris se formara no céu. Ela se entristeceu e decidiu ir dormir mais. No seu travesseiro, um saco pesado tilintava. E um bilhete o acompanhava: obrigado pelas férias divertidas, Anita. Você é minha primeira amiga de verdade e não de porcelana. Esses, eu liberei da minha vida. O ouro é uma pequena lembrança de que voltarei nas próximas férias. Adeus. 
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(motivar um amigo a começar algo novo)

Judite não sabia nada sobre piano. Ela desconhecia Bach, Beethoven e Mozart. Ela não sabia qual era a diferença entre um piano e um teclado ou um órgão. Mas, Judite precisava aprender a tocar piano em menos de três dias. Era uma questão de vida ou morte. De luz e sombras. Ela precisava manter seu emprego.

Judite arranjara um emprego de meio período na antiga loja de brinquedos do bairro. Lá estava um caos, porque era bem a semana do Natal e pais desesperados saíam às pressas de uma seção para a outra, de uma esquina para a outra, como abelhas em colmeias carregadas de mel, na busca pelo presente ideal para seus filhos. O dono da loja, seu Juarez, nunca imaginaria que aquilo aconteceria um dia com sua modesta loja.

A neta - dezesseis anos, rosto acnento e com um sorriso metalizado lindo que o embelezava - tivera uma ideia para alavancar as vendas da loja do avô em Novembro, depois de uma conversa franca com suas amigas que tinham irmãos mais novos: criar uma conta no Instagram para a antiga lojinha, bem ao estilo vintage, que resgatasse o amor de todos por brinquedos de madeira e pano bordado. A dedicação dos dois dera resultados estrondosos em pouquíssimo tempo: o riso solto de seu Juarez e os contatos de sua neta fizeram a loja viralizar na web. O resultado: a loja já não podia mais respirar em meio a tantos ocupantes desesperados em Dezembro.

Claro que seu Juarez não daria conta de tocar a loja sozinho. Por isso, ele colocou uma plaquinha de "Precisa-se" na janela oeste da loja. E, também por isso, que a vaga foi logo ocupada pela sortuda Judite que passava cabisbaixa pela avenida naquele exato instante em que seu Juarez pregava a plaquinha, e com três palavras (mais exatamente, "faço qualquer coisa") apenas, conseguiu o cargo de vendedora, subgerente e faxineira paft-puft.

Uma semana se passou na maior alegria. Contudo, Judite não estava esperando por aquilo. O que mais ela poderia responder quando seu Juarez, em uma tarde de sexta-feira, perguntou a ela: "mas, Judite, você toca piano? Eu tava é pensando em gravar umas musiquinhas originais pra loja, sabe, aquelas clássicas de Natal e eu queria saber se você pode me ajudar com isso. Melhor música original, você não acha também?". O sorriso amarelo a denunciou? Nunca! Porque em dois palitos, Judite respondeu bravamente: "mas, é claro que eu toco. Pode deixar comigo, Jura!".

E. COMO. ELA. APRENDERIA. A. TOCAR. O. BENDITO. PIANO. EM. TRÊS. DIAS?

YouTube? Será que teria algum professor de piano que toparia em ensinar o básico para ela por menos de R$ 200? Era tudo o que sobrara do salário dela naquele mês de Novembro... E se ela fosse em uma loja de música e ficasse por lá vendo os outros tocarem até absorver alguma coisa?

O que havia feito a pobre Judite ao responder "sim" para o seu chefe?

E, então, Judite olhou para o mural de cortiça pregado no ponto de ônibus. Ele dizia: "ensino você a conquistar tudo o que deseja em apenas dois dias". Dois dias? E ainda sobraria um para escolher o repertório! Judite pegou um dos papeizinhos com o endereço do lugar e seguiu em sua busca por conhecimento. Chegou à rua. O lugar era uma portinha simples com duas janelas pregadas a uma porta de alumínio dupla face. Nada indicava que o endereço era ali, apenas o número na porta... Judite tocou a campainha.

Uma senhorinha desceu para abri-la. Um coque apertado repuxava seus fios brancos. Ela usava um xale roxo por cima do vestido de poás laranjas. Botas de couro macio cobriam seus pés. A senhora olhou para Judite com um misto de anseio e desdém. "O que deseja, jovem?", ela questionou.

Judite explicou tudo. Sobre a lojinha, seu emprego e o piano. Sobre Mozart (um compositor de dentes brancos como um colar de pérolas) e sobre as músicas de Natal do seu Juarez. Em nenhum momento, foi convidada a entrar.

A senhora ouviu a tudo com atenção. Depois da longa explanação, respondeu: "menina, eu só tenho três ordens para lhe dar que resolverão a tudo com maestria. Escute bem com atenção e faça o que eu mandar, senão lhe lanço uma praga que fará crescer erva daninha por seu jardim inteiro. Primeiro, volte ao seu trabalho e peça desculpa para o seu chefe. Diga que falou aquilo de cabeça cheia e que nunca mais fará isso. Ele lhe desculpará, senão não me chamo Odette! Então, volte para casa. Lá você encontrará livros de aulas de piano. Treine com fervor durante três meses. Lá pela Páscoa, você poderá cumprir com sua promessa ao seu Juarez. É dito e feito, flor. O segredo de começar algo novo é ter coragem e determinação, não procurar por coisas mágicas".

Judite se ofendeu com o papo da velha senhora, mas ficou com medo das ervas daninhas também. Fez tudo o que ela recomendou e manteve o emprego, transformando-o de temporário para permanente. Também aprendeu a tocar piano e fez um baile de Páscoa na loja de brinquedos antigos do Jura.

Judite decidiu que era sua obrigação agradecer à velha senhora. Voltou ao endereço. Quando bateu à porta, um jovem de óculos tartaruga atendeu: "O que deseja, jovem?", ele perguntou. Judite disse que queria agradecer a sua avó pelo aconselhamento. "Mas, que vó, ô? Aqui é um escritório de contabilidade há mais de vinte anos. Desculpa, mas você veio ao lugar errado, moça".

Judite não entendeu nada. E ainda levou uma maçanetada na cara!
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Bonjour, meu nome é Bruna. Sou uma ratinha de biblioteca, adoro fotografar a natureza, andar por ruas desconhecidas e escrever tudo o que me vem a cabeça. Obrigada por visitar o meu jardim. Abra seus olhos e amplie sua imaginação. Talvez você precise bastante por aqui.

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