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La Petite Souris

Eu estou muito contente por voltar a escrever um post de Sunday Love para o meu querido blog. Este é um dos meus formatos favoritos por aqui, pois eu acredito, com todo meu coração, que compartilhar o amor e exercitar a gratidão são ações excelentes para nos sentirmos bem (com nós mesmos e com o mundo). Ainda mais nesses tempos de pandemia, quando a incerteza, o medo e o pesar formam a tríade que governa nossas mentes... Enxergar o que nos faz sorrir, e o que nos faz sermos gratos pela vida, é ainda mais importante!

E o Sunday Love de hoje está recheado de coisas boas! Tem dica de série, novidades no campo musical, um agradecimento a uma nova amiga virtual e, até mesmo, uma opção de documentário cult sobre a Suécia. Ah, e um novo formato de apresentação que acredito que vocês irão gostar (e que vai deixar meu jardim secreto ainda mais lindinho)! Vamos lá?

Don Matteo



Um tesourinho de série que encontrei por acaso, zapeando pela televisão. Don Matteo conta as aventuras policiais de um padre, no interior da Itália, que é bastante xereta, mas um bom amigo de todos os moradores da região. A cada episódio, acompanhamos um novo crime e as peripécias do capitão Giulio e do Marechal dos Carabineiros até encontrarem o culpado (mas, não sem antes terem a ajuda crucial de Matteo). Além disso, também acompanhamos o dia a dia dos personagens, seus amores, dúvidas e alegrias, o que torna a série ainda mais humana e especial. 

Todos os personagens são tão carismáticos que eu nem consigo elencar um favorito! Além dos carabineiros e de Matteo, também tem a família do Marechal e os personagens que moram junto com o padre e que o ajudam por lá. E se você ainda não se convenceu de assistir só pelos personagens, tenha certeza de uma coisa: as paisagens da série são lindíssimas, recheadas de construções tipicamente italianas e de um tom outonal que deixa tudo mais aconchegante.

A série completa tem 255 episódios, divididos em doze temporadas, com início em 2000 e que está sendo produzida até hoje pela tv RAI italiana! As temporadas completas estão disponíveis na Amazon Prime, mas se você, assim como eu, não está cadastrado nessa plataforma de streaming, não se irrite! Sabe por quê? Porque a tv Aparecida está transmitindo e é por lá que eu estou acompanhando: todas as sextas-feiras, às 20h. Quer saber mais? Entre no site da tv Aparecida.

Exist for Love - Aurora


Ai, ai, ai, que meu coração não aguentou quando apareceu como sugestão de vídeo no meu YouTube o clipe da nova música de Aurora! Ela chama Exist for Love. A letra conta a história de uma mulher que encontrou o amor verdadeiro em seu namorado e se sente forte e completa quando está com ele. Será que nossa querida Aurora está apaixonada? hehehe. Mas, falando sério, a Aurora já celebrou o amor de diferentes formas em seus últimos discos - pela Natureza, pela irmã, pela família no geral, por ela mesma, pela força feminina - então, achei super interessante ela trazer o tipo de amor mais celebrado em sua nova canção. E a fotografia do clipe, com a Aurorinha de sereia, está simplesmente maravilhosa.

Documentário: A Teoria Sueca do Amor


Este é um filme que assisti por causa da faculdade, mas definitivamente não esperava o impacto que ele teve sobre mim. O documentário analisa os resultados de um projeto do governo sueco, em que se estimulava a independência entre as pessoas. Isso contribuiu para que a Suécia atingisse o mais alto nível de individualismo e progresso em escalas mundiais, mas será que a independência dos suecos é tão positiva assim?

O filme toca em diversos pontos que se desmembraram do projeto. Os que mais me chamaram a atenção foi a cena do senhor que se suicidou em seu apartamento e só foi encontrado pelo serviço social dois anos depois, porque ele não tinha ligações humanas que sentissem sua falta. A outra cena foi a da mulher que disse que conversava com as árvores e esperava a resposta delas, o que me causou sentimentos dúbios, pois ao mesmo tempo que achei isso extremamente poético (e algo que eu faria), a ação de conversar com árvores só evidenciou sua solidão.

O documentário também compara a realidade da Suécia e de um país do continente africano (Etiópia?), que está no extremo oposto um do outro nos dados apresentados pelo filme. Entretanto, é fato que mesmo tendo condições precárias de subsistência, o país africano é muito mais amoroso e unido, permitindo uma vida mais completa e feliz. Acredito que está disponível no YouTube!

Jonna Jinton


E foi justamente por causa de A Teoria Sueca do Amor que eu conheci o canal da Jonna Jinton no YouTube! Ele apareceu logo como primeira sugestão para mim e fui conferir mais: a paixão foi imediata. Não sei como demorei tanto para conhecê-la! Seus vídeos falam sobre seu próprio dia a dia em uma cidadezinha do norte da Suécia, lugar pleno em Natureza e que tem a benção de ter o Sol do Meio Dia e a Aurora Boreal em determinadas épocas do ano. Um sonho lindo, não é mesmo?

A Jonna me inspirou a ir atrás dos meus sonhos, mesmo que eles pareçam complicados no começo. Afinal, apesar dos percalços, ela se tornou uma artista reconhecidíssima por suas fotografias de Natureza, suas músicas inspiradas nas músicas tradicionais do folclore sueco, e por usar elementos da natureza em suas pinturas. Tenho certeza de que você amará explorar as playlists do canal dela.

Ateliê Daydream - Márcia Porto


O Instagram já me proporcionou momentos de pura alegria e gratidão e conhecer essa fadinha ilustradora foi um desses momentos. A conta da Márcia Porto, o Ateliê Daydream, é um recanto de encantamento se você é fã de ilustrações, magia, natureza e estúdio Ghibli. Ela é lá de Maceió, mas faz encomendar para o Brasil inteirinho com o frete fixo de R$ 8!

Estou apaixonada pela possibilidade de ela ilustrar a primeira letra do meu nome (R$ 30) e, também, por sua mais nova novidade: a caixinha de ilustrações, feita sob encomenda. Quer explorar um pouquinho mais do trabalho dela? Então, vem conhecer sua lojinha e depois me conta qual foi sua ilustração favorita, tá?

Netflix: Cozinhando com Nadiya


Por fim, meu novo achado na Netflix: Cozinhando com Nadiya. Se você era fã de The Big Family Cooking Showdown, versão da BBC, então você conhece a Nadiya. Ela é uma querida chef de cozinha que apresentou o reality show aí de cima, além de ter sido a vencedora do Masterchef. É pouco ou quer mais? haha

Em seu novo programa para o streaming, ela dá dicas de refeições práticas, deliciosas e que podem ser feitas em poucos minutos. Para mim, que estou começando a me aventurar nesse cômodo da casa, o programa da Nadiya é um prato cheio (desculpe-me pelo trocadilho) para que eu não me estresse e consiga fazer pratos que alegrarão a todos daqui de casa. Se você gosta de cozinhar, assista!

Esses foram os motivos que me fizeram ser grata nos últimos meses, desde que o isolamento social se iniciou aqui em São Paulo, capital. E quais são os motivos pelos quais VOCÊS são gratos, mes amis? Deixe aí nos comentários dicas do que fazer, assistir ou ouvir na quarentena, pois compartilhar o amor é permitir que o amor entre também em seu coração.

Au revoir.

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Ilustrar/pintar sempre foi uma das atividades que mais me falaram ao coração. Tanto que se fosse entrasse em meu quarto para uma busca, conseguiria encontrar, facilmente, cadernos recheados de desenhos e um estojo lotado de lápis de cores semi usados e borrachas esfarelentas. Aliás, até mesmo meus antebraços estariam rabiscados com coraçõezinhos borrados.

Essa atividade sempre foi um excelente mecanismo de relaxamento para mim. Quando ler já não conseguia atiçar a minha imaginação, quando o audiovisual só me fazia mais ansiosa e quando a música não sobressaía, em meus ouvidos, da fúria ressonante de meus pensamentos, era com a ilustração que eu mais me entendia. E lá ia eu procurar uma folha sobrando de algum caderno que desse sopa.

Assim, meu maior sonho, por muito tempo, foi desenvolver essa habilidade e poder liberar minha infinita imaginação em outro canal quando as palavras me faltassem. Porém, depois de muitas tentativas, percebi que meu talento era exclusivamente do alfabeto! E, assim resignada, meus projetos de contos ganharam força imediata e os desenhos voltaram a fazer parte de um outro hobby.

Quem diria que encontraria, no bordado, a minha realização quanto à pintura! Poder decorar meu quarto com bordados feitos por mim (e com projetos de presentear pessoas queridas com eles um dia) é uma felicidade imensa e sentir meu lado artístico super aflorado é um combustível muito potente para mim também.

Mesmo mais resignada quanto ao desenho, não pude expulsá-lo de um lugar tão quentinho em meu coração. E como este blog é uma extensão pública, em algoritmos e HTML, dele, hoje gostaria de compartilhar com vocês um dos meus desenhos mais recentes e que me deixaram bastante orgulhosa. Fiz ele para um post no Instagram do blog (@bloglapetitesouris) em que compartilhei meus artistas ilustradores favoritos, com elementos que também são uma extensão, senão personificação, evidente dos meus gostos principais.

Nele você encontrará: uma garota, que representa a mim mesma, com seu vestido de bolso e flores no cabelo; o Sem-Rosto, personagem do filme A Viagem de Chihiro, e que é o meu espírito favorito do universo Ghibli; e flores, flores por toda a parte e em primeiro plano em um mundo extremamente conectado com a Natureza e respeitoso à ela. Por perto do caderno de desenhos você também poderá encontrar gizes de cera, técnica de coloração que mais me encanta no momento.

Quer conferir de mais pertinho? Então, rola para baixo!






E qual é a sua relação com desenhos/pintura? Você tem habilidades para isso? 

Ah, seria muito legal se vocês compartilhassem comigo seus desenhos! Assim, poderia fazer um post especial com eles aqui no blog e divulgar o trabalho de todos, pois todos os talentos merecem ser aplaudidos de pé pelo menos uma vez na vida (obrigada pela inspiração, R. J. Palacio!).

Au revoir.
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Nunca na minha vida imaginei que poderia desenvolver um talento. Sim, eu tenho uma autoestima invejável, como vocês podem ver, hahaha. Mas, falando sério, eu tenho algumas neuras que confesso serem um pouco estranhas e uma delas é que eu quero muito passar uma infinidade de legados para meus futuros filhos. Eu quero ser aquelas avós que abrem baús em sótãos e tiram de lá sonhos nostálgicos para o deleite de sua família. Eu quero ser aquela mãe que passa itens da sua coleção literária para seus filhotes, quero ser aquela que ensina talentos e truques para eles...

E é por isso que compro (e leio) livros clássicos do universo infanto-juvenil. E é por isso que eu tenho guardados os ingressos de meus filmes favoritos. E foi por causa disso que eu quis aprender a bordar. Mas, quem diria, o bichinho da vaidade me picou bem nesse momento! Eu já não queria mais bordar por eles e nem por ninguém. Eu queria bordar por mim mesma, porque essa atividade me fazia realizada comigo mesma, ela me mostrava que eu era capaz de conquistar tudo o que eu quisesse, apenas tendo um pouquinho de coragem e muita determinação. 

O bordado era meu. Só meu. Era o meu refúgio de pensamentos negativos, era a minha balança de equilibrar sentimentos, era as minhas medalhas de honra ao mérito porque eu podia fazer o perfeito nas minhas imperfeições. E, então, uma atividade que começou despretensiosa, se estendeu para pilhas de linhas coloridas e paredes tomadas por experiências. Eu já não era mais Bruna apenas. Eu era a Bruna Mãos de Tesoura.


O que é mais legal na minha breve história de bordadeira é a forma como aprendi a bordar. Antes, pensava que só conseguiria em algum curso e me frustrava com minha rotina agitada que não me permitia cursá-lo. Até que o Tico e o Teco se encontraram na minha cabeça: e se eu procurasse no YouTube? 

Foi aí que eu descobri o canal do Clube do Bordado e, bom, eu estava certa. Sim, elas ensinam direitinho as técnicas e conseguiram fazer com que eu, que nunca nem tinha costurado uma meia antes, pudesse ter coragem para publicar meus primeiros trabalhos na Internet (mesmo que só fosse pelo blog, hahaha). Já conhecia as meninas do Clube antes, pois já as tinha entrevistado para o site da empresa júnior da faculdade, mas não tinha ideia da didática delas, sabe? 

Comprei um bastidor na lojinha do meu bairro (simples, de plástico mesmo), algumas agulhas, linhas de rolo e panos de copa para começar minhas tentativas. Entre idas e vindas, terminei os três panos que tinha no prazo de dois anos. Isso porque não tinha muita confiança em mim mesma e sempre deixava de lado o bordado em detrimento de atividades que estão na minha zona de conforto: ler e assistir a filmes basicamente. Mas, este ano, eu dei um basta nisso! Coloquei como meta me aprimorar nesse talento e é isso que vim fazendo nas férias desde então. 



De janeiro até aqui, consegui me desenvolver bastante. Já fiz cinco outros bordados, além dos panos, todos livres e já presenteei meus pais com um quadro-bastidor lindinho. No momento, estou me dedicando ao projeto Totoro e prometo mostrar para vocês o resultado lá pelo Instagram do blog. Já me segue por lá? Ainda não? Corre: @bloglapetitesouris .

E mesmo que o bordado tenha se tornado algo tão particular da minha vida, algo tão intrínseco a mim, tão próprio que nem me lembro da época em que não sabia bordar, continuo ainda com meus sonhos a longo prazo para ele que envolvem mais pessoas. Agora, quero dar bordados de presente para meus amigos. Quero poder bordar as minhas roupa e seguir bordando para todos aqueles que amarei profundamente no futuro próximo. 

Afinal, que tipo de artista eu seria se não quisesse expor meu talento ao mundo? E que tipo de pessoa eu seria se não quisesse compartilhá-lo com outras pessoas também?


Vocês possuem talentos ou particularidades assim, daqueles tão seus que te definem um pouco? Fico tão contente por ter expandido os meus: agora, mais do que uma leitora voraz e uma escritora em potencial, também sou uma bordadeira amorosa (mas, que ainda não se deu bem com as linhas de meada). 

Este é um dos capítulos que gostaria de ter escrito há muito, muito tempo, mas que esperei para amadurecer até que ficasse no ponto de eu escrevê-lo com propriedade e não me arrepender de falhas anos depois. Espero muito que tenham gostado da volta de uma das categorias que mais amo no blog: o Sunday Love, em que compartilho tudo aquilo que amo, tenho orgulho e por qual sou grata.

O bordado, com certeza, é uma dessas coisas e quero leva-lo para sempre em minha vida. Au revoir.
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Este capítulo poderia ter chegado há poucos dias, porém o meu coração pediu para que ele fosse um dos muitos sobre gratidão da categoria do Sunday Love... Porque existe motivo maior de gratidão do que o Advento? 

O Calendário do Advento é uma tradição natalina que está se tornando popular no Brasil só agora. Eu mesma conheci essa tradição há uns três anos e me encantei na hora: um calendário para aguardar a Véspera do Natal, em que é possível fazer algo ou ganhar pequenos presentes até esse dia? Isso sim é que era uma atividade maravilhosa para essa época do ano! 

Por isso, me empolguei e fiz meus primeiros calendários da forma mais simples possível. Eram apenas envelopes decorados com motivações natalinas aonde eu guardava bilhetinhos com instruções de atividades a fazer. Mas, eu realmente queria tornar o Calendário do Advento uma tradição para mim e para minha família. Daí, eu mesma construí o meu próprio calendário de tecido! Inclusive, eu compartilhei aqui no blog o seu passo a passo, confere aqui!


No ano passado, eu ainda colocava bilhetinhos com atividades para entrar no clima do Natal, mas neste ano eu quis fazer diferente. Então, depois de assistir a vários vídeos britânicos e germânicos (países em que a tradição do Calendário é bem mais forte do que no Brasil) pelo YouTube, decidi o seguinte: eu me presentearia com pequenas coisas durante todos os dias do Calendário. Nada muito caro e nem muito grande, apenas pequenos presentes significativos que alegrariam os meus dias até o Natal.

E não é que deu certo? Confesso que foi bem trabalhoso ir atrás desses presentes e também escolher o que colocar no Calendário. Mas, no fim, sempre dá certo e nós ficamos felizes, não é mesmo? Foram vinte e quatro presentes (e algumas atividades também, pois não conseguir ter ideia para tantos dias) que vocês podem ver aí na foto de baixo. Se você for reparar, na foto não estão todos eles: alguns eu já usei e acabou. Porém, quis mostrar para vocês todos os que são mais duradouros para que, quem sabe, vocês também se inspirem para seguir essa tradição no ano que vem e daí, já ficam algumas dicas de presentes.


Como vocês podem ver, eu gosto muito de bibelôs, hahahaha. Desde quando eu era bem pequenina, meu quarto era recheado de enfeites espalhados pela penteadeira e uma das minhas atividades favoritas era ir escolher e comprar mais enfeites para lá. Eu também gosto bastante de adesivos (embaixo da cartela da Barbie, tem mais umas quatro!) e de atividades manuais (por isso, as canetas, as sementes e a estrela, que eu mesma fiz). 

E quem não gosta de chocolate e sabonetes perfumados? Complementa tudo isso com acessórios, pronto, você construiu o Calendário do Advento perfeito para mim, hihi :3 


Ooown, um minuto de silêncio para esse ouriço (hedgehog) de pelúcia que alegrará todos os dias da minha vida à partir de agora <3 

Para quem acompanha o blog pelas redes sociais também, principalmente pelo Instagram, já sabia do Calendário do Advento desse ano. Isso porque eu compartilhei os meus presentinhos todos os dias pelos stories, complementando todos eles com as maravilindas músicas de Natal que me deixam tão contente em Dezembro. Se você quiser ver como ficou, ainda dá tempo, viu? Corre lá na bio que eu deixei um card especial sobre isso: @bloglapetitesouris.

E você já conhecia a tradição do Calendário do Advento? Como foi essa atividade nesse ano para vocês, mes amis? Deixem aí nos comentários quais são as tradições de Natal que vocês mais gostam, por favor, pois adoro ler suas palavras por aqui. Au revoir.
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Eu estava com tantas saudades de escrever um capítulo de Sunday Love para o blog! Gostaria que vocês pudessem me ver através da tela do computador pois, além de um cabelo bagunçadinho e um Bis Xtra pela metade, vocês veriam um sorriso gigante em meu rosto. Eu simplesmente preciso colocar como meta escrever mais Sundays Loves por mês, viu?

E o tema de hoje, pelo qual sou grata e sobre o que gostaria de compartilhar com vocês, é o mundo mágico e hypado das séries. Quem nunca assistiu a uma séria na vida, por favor, atire a primeira pedra ou me dê a localização espacial do mundo em que você vive (hehehe)! Até mesmo eu, que não sou tão fã assim de assistir a séries, já tive oportunidade de assistir a algumas. E, olha, a maioria delas não foi por streaming ou canais pagos, não! Eu assistia mesmo eram as séries que passavam na TV aberta, aquelas com traduções ruins e que tem os mesmos episódios repetidos por várias e várias vezes.


Porém, essas vezes eram bem raras. Como eu disse, não sou muito fã de assistir a séries de TV... Como assim?, alguns de vocês devem estar se perguntando com os olhos saltados. Pois é, em algum momento da minha adolescência, eu coloquei na minha cabeça que eu não gostava de séries e repetia para todo mundo dois motivos: 1. Elas são muito longas e a estrutura de vários episódios é irritante; 2. Eu não gosto de séries americanas.

Mas aí, um dia, eu acabei sofrendo pressão social das minhas amigas para dar uma chance para Sherlock e tudo mudou na minha vida. Afinal, Sherlock é uma série que não é nada daquilo que eu havia pré-construído em minha mente sobre essa estrutura: cada temporada tem, no máximo, quatro episódios que são longos (mais de 1h30) e ao mesmo tempo em que se bastam por si mesmo, criam uma empatia narrativa que faz com que a gente queira assistir mais e mais. Além disso, Sherlock é uma série (tipicamente) britânica.


Foi amor ao primeiro episódio... Acho que eu terminei as primeiras temporadas em menos de um mês! E como sofri esperando pela última! Depois de Sherlock, então, decidi que era hora de dar uma chance para as séries, até mesmo para as dos EUA... E foi aí que assisti à New Girl. De verdade, ainda não sei se gostei tanto assim de assisti-la, mas sempre vou encará-la como uma quebra necessária de estereótipos para mim em relação às séries. Transpondo New Girl, eu pude entender que todo o pensamento que havia construído até então era bobo e eu tinha que gostar das coisas por seu conteúdo, e não pelo formato que elas tinham.

Assim, tornei-me uma telespectadora (relativamente) assídua de séries. Ainda não assisti a muitas e algumas dessa lista não foram assistidas por completo. Mas, sou grata por ter tido a coragem de passar por meus preconceitos, quebrá-los e ter descoberto um universo incrível de novas histórias que, cada uma a seu modo, me ajudaram a ser uma pessoa melhor. Por isso, quero compartilhar com vocês, mes amis, todas as séries que assisti até hoje. Será que vocês já assistiram a algumas delas também?


  • Sherlock (completa)
  • New Girl (até os primeiros episódios da terceira temporada)
  • Call the Midwife (primeira temporada)
  • Haunting Hours (completa)
  • Twin Peaks (primeira temporada)
  • Land Girls (primeira temporada)
  • Anne with an E (completa, até agora)
  • Desventuras em Série (completa)
  • Downton Abbey (até os primeiros episódios da quarta temporada)
  • Alias Grace (completa)
  • Horrible Histories (não sei, mas acho que completei as temporadas da formação original)
  • Queer Eye (completa)
  • The Politician (completa, até agora)
  • One Day at a Time (assistindo a primeira temporada)
  • Mindhunter (completa)
  • When Calls the Heart (completa, até agora)
  • Brooklyn Nine-Nine (completa, até agora)
  • The Good Witch (até os primeiros episódios da terceira temporada)
  • 13 Reasons Why (primeira temporada)

Nessa lista, eu não coloquei os doramas, séries/novelas da Coreia do Sul, que eu já assisti, porque eu pretendo fazer um capítulo especial só sobre isso. Se tudo der certo, será como uma parte 2 de um capítulo que já fiz sobre o meu amor pela cultura pop da Coreia do Sul, que você pode ler aqui.

Agora que eu coloquei todas as séries no "papel", confesso que me surpreendi com o balanço entre produções britânicas e norte-americanas. Sempre suspeitei que eu havia assistido a mais séries da Inglaterra, mas não. E também fiquei surpresa com a minha tendência mais atual que é de assistir a séries de comédia, algo que era improvável de acontecer na vida para a Bruna de alguns anos atrás.


E dentre as séries que assisti, claro, existem aquelas que são as mais queridas. Vou escolher três dentre elas: Anne with an E, pois ela foi uma série muito aguardada e que me ensinou que adaptações para outras mídias devem, sim, serem diferentes, desde que o espírito original seja mantido; Brooklyn Nine-Nine me ensinou que séries de humor podem ser gostosas de se assistir, e que o humor é amplo e pode existir plenamente, trazendo temas relevantes e não sendo agressivo; e, por fim, When Calls the Heart, que eu já fiz um capítulo especial aqui para ela no blog, que me ensinou tanto sobre empatia, amor e união, que me transformou em uma Bruna melhor.

E você já assistiu a alguma dessas séries que eu listei? Qual é a sua favorita e a que menos gostou? 


Ah, e por favor, pessoal que ama séries: indiquem-me algumas das melhores séries que vocês já assistiram! Eu quero muito conhecer novas histórias e abrir ainda mais minhas perspectivas de mundo. Eu ficaria muito grata com a ajuda de vocês.

Au revoir.
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Eu nunca foi muito de me organizar, mas sempre gostei de ir, todos os anos em janeiro, comprar uma agenda para usar durante o período escolar. Eu ficava super empolgada em escolher um modelo e depois em escrever meus dados na contracapa, marcar os aniversários dos meus amigos e escrever tudo o que eu queria fazer no dia. 

Mas, como eu disse, não gostava muito de me organizar e essa empolgação era curta. Acho que, logo no meio do ano, desistia de marcar tudo o que aconteceria no meu dia e só colocava as tarefas de casa e as datas de entrega de trabalho ou das provas. Organização não é mesmo o meu forte. Tenho que confessar que também nunca me dei bem com diários, pelo mesmo motivo: escrevia com empolgação nos primeiros meses e, depois, deixava-o de lado (principalmente se eu tinha coisas mais importantes para fazer no dia, como estudar para uma prova, por exemplo). 

Hoje em dia, com essa onda de planners por aí, prefiro continuar a marcar as datas primordiais do meu mês em uma lousa pequenina que deixo pendurada em minha estante. É mais simples, maior e me sinto mais motivada em escrever todas as datas nela, pois só tenho que fazer isso uma vez por mês. Claro que ainda continuo empolgada em ver as novidades de agendinhas e meus olhos brilham com o tanto de planners fofinhos que são vendidos na Internet. Porém, aprendi a me conhecer melhor e sei que seria um gasto perdido se eu comprasse um planner desses (mesmo sendo tão maravilhosos).

Mas, a vida é imprevisível... E, em um dia comum de faculdade + estágio, uma amiga me presenteou com um planner! Sim e o mais legal é que ela tem um igualzinho ao meu. E o mais legal ainda é que ela presenteou a outra querida amiga com um planner igual ao nosso! Não parece coisa de filme? Sempre quis ter um objeto em comum com minhas amigas, como um colar da amizade ou um quadrinho com fotos, e esse sonho de princesa se realizou sem que eu estivesse esperando. Vocês imaginam o quanto fiquei contente?


O planner é rosinha por dentro e por fora. As ilustrações que ele tem são muito delicadas, ótimas, pois permitem a construção de ilustrações paralelas que queiramos fazer. Sabe, eu me dedico bastante às ilustrações de plantas e flores (não sou tão boa assim, mas me esforço) e ficarei muito feliz em enfeitar meu caderno com alguns desses desenhos. 

Outra vantagem desse planner é que ele não possui seções mensais. Então, nós podemos começar a usá-lo em qualquer mês do ano, o que faz com que não fiquemos com várias páginas em branco dos meses que já passaram. Eu sentia que isso acontecia muito quando eu tinha agenda, principalmente com os meses de janeiro, fevereiro e dezembro. Isso me deixava triste e frustrada, sabe? Quando minha amiga me mostrou essa possibilidade de começar do mês que eu quisesse, fiquei muito empolgada e contente! Aliás, as seções do planner dão para dois anos!

Sabe esse sorvete de morango que estou segurando? Bem, ele não é de verdade, não! O sorvete é uma borrachinha que veio em um kit açucarado que comprei há muito tempo e que ainda não usei... Nossa, percebi com esse capítulo que sou um pouquinho mão de vaca, haha.

Ele também tem uma parte para escrever as datas importantes dos dois anos por meses, bem parecido com um calendário comum dos celulares. Como eu queria que esse planner fosse atemporal, decidi dividir as datas especiais da minha vida nesses dois calendários. Em um deles, marquei todos os aniversários dos meus amigos e da minha família e, no outro, marquei todas as datas comemorativas que me tocam e feriados nacionais-estaduais também.

Como em todas as agendas clássicas, no começo, há uma parte para anotar seus dados pessoais. O mais divertido foi que sobraram algumas linhas e eu pude complementar com outros tipos de dados que considero tão importantes quanto. Aí eu anotei meus livros favoritos: Uma Constelação de Fenômenos Vitais e Pollyanna :) e também meu tipo sanguíneo que é B+ (não sei o quanto isso é uma informação útil para vocês, mas, tudo bem, hihi).

Eu ganhei esse marcador da Stabilo de uma amiga também. Foi um presente que ela me deu no meu aniversário de vinte anos, mas não o usei até hoje... Prometo que o usarei em um momento muito especial, viu, amiga?

No final, há uma outra categoria de anotações e isso é tudo. Mas, agora vocês querem saber: já comecei a usar esse lindo e cheio de memórias positivas planner? E a resposta é: ainda não... Mas, por um bom motivo! Eu não sei se já compartilhei isso com vocês, mes amis, porém um dos meus sonhos, e que também é um dos meus objetivos de vida, é fazer intercâmbio na Inglaterra. Por mim, não é tão relevante que o intercâmbio seja em Londres... Aliás, o que eu adoraria era encontrar uma escola de intercâmbio em uma cidade no interior da Inglaterra mesmo. 

Então, o meu plano, por enquanto, é terminar a faculdade (ano que vem é o último ano, yay) e seguir para o intercâmbio depois. E como eu sei que precisamos fazer muitos planos, combinar muitos passeios e aulas durante esse período e, também, planejar o início e término dessa experiência maravilhosa, pensei em guardar meu planner dos sonhos para usar durantes os meses que ficarei na Inglaterra. Se Deus quiser (e se tudo correr bem até lá), eu compartilharei meu intercâmbio com vocês e, podem ter certeza, fotografarei muitas vezes mais esse lindo caderninho.

Decidi colocar este capítulo na categoria do "Sunday Love" por dois motivos: primeiro, porque hoje é domingo. Mas, segundo e mais importante, porque eu não apenas ganhei um presente de uma amiga naquele dia... Esse gesto materializou o carinho que ela sente por mim e sou muito, muito, muito grata a ela por ela depositar em mim sua amizade e confiança. Foi um exercício prático de gratidão. E planejar um uso tão especial para o presente dela, creio eu, é uma retribuição a ela por quanto sou grata a nossa amizade.


Por hoje é só, pessoal. Au revoir.
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Você já pensou que a gratidão pode se estender às amizades?

Todas as vezes em que penso sobre as amizades que tenho, lembro-me da passagem de O Pequeno Príncipe, quando a raposa diz à ele que somos responsáveis por aquilo que cativamos. Levo esse ensinamento muito a sério e, sempre que posso, tento cultivar minhas rosas com o máximo de atenção e amor. 

Não posso dizer à você se esse exercício é fácil ou não. Acho que depende bastante do quanto você se importa com a pessoa, mas também depende do quanto ela te retorna. Não que precisamos agir esperando um retorno. Isso é injusto e egoísta. Mas, não podemos também gastar energia com quem simplesmente não está a fim da gente mais, pois isso seria envenenar a nós mesmos aos poucos.

Precisamos nos lembrar de que as pessoas mudam com o tempo e, por serem feitas de pessoas, as amizades também. Mas, essa mudança não significa que os laços ficam menos fortes, eles apenas se transformam. Tenho amigas de longa data (mais de 10 anos) e, desde quando nos conhecemos aos sete/onze anos, nossas relações se fortaleceram, amadureceram e mudaram. Mudaram pela ação do tempo e da distância, sim, mas também por conta da ação da fase adulta que bate à porta. E está tudo bem!


Temos um grupo nas redes sociais e, todos os anos desde que o ensino médio nos separou, tentamos nos encontrar ao menos uma vez por ano. Antes era bem mais fácil, porque fazíamos festas de aniversário sempre. Mas, agora, as festas parecem estarem diminuindo continuamente... Enfim, agora usamos o período das férias para marcarmos um encontro na doceria, na casa de alguém ou no shopping. E, quando nos revemos, parece que nunca perdermos o contato (presencial, pois pela Internet conversamos sempre). É tão bom me sentir assim, sabe? Faz com que eu tenha certeza de que estou fazendo um bom trabalho em meu jardim. 

Uma expressão que está muito na moda hoje em dia é "biscoito" (adorarei reler esse capítulo daqui a dez anos). Essa expressão significa que alguém está pedindo por atenção e quer receber elogios. Demorou um tempo para eu descobrir o significado dessa gíria, mas, confesso que quando soube, fiquei chateada por seu uso. Afinal, todos somos seres humanos (mesmo que eu ainda esteja esperando por minha carta de Hogwarts ou por Gandalf bater à porta de casa) e todos nós precisamos nos sentir queridos. Então, por que zoar alguém que mostra estar precisando de atenção ou de um pouco de carinho?

Ser gentil também é fazer com que alguém se sinta bem consigo mesma. É elogiar com sinceridade e demonstrar a ela que você a ama, independentemente de que ela te retorne da mesma forma. Todos nós temos um dia em que estamos com a autoestima baixa, quando apenas uma palavra de carinho bastaria para melhorar qualquer coisa. Ser você a dar essa palavra de carinho para alguém não seria muito especial? 


O cultivo das amizades é um processo que exige muito de nós mesmos, mas o resultado que vem supre todo o esforço que fizemos antes. Ter a certeza de que alguém gosta de você, assim, de graça é renovador. Sim, porque quando nos tornamos amigos de alguém, não sabemos bem os motivos que nos levaram a gostar da pessoa. Simplesmente nos tornamos amigos e nada mais. E não seria muito gratificante mantermos esses laços tão verdadeiros por anos e anos?

Para mim, seria uma das melhores coisas que poderia fazer nessa vida. Um dos meus desejos para o futuro é reunir amigos e família em grandes reuniões como aniversários, Natal, Páscoa, Ano Novo... Ou só convidá-los para jantar e me divertir assistindo a séries de streaming. Estar cercada por pessoas queridas é uma das coisas que mais me deixa contente (e não preciso ser o centro das atenções. Só de saber que elas estão lá se divertindo, já me deixaria nas nuvens) e, espero de todo o coração, que meu futuro seja assim.

Esse capítulo foi para agradecer as minhas amizades. Se você que o leu até aqui é meu amigo, obrigada por se esforçar em também me manter em seu jardim. Obrigada por me ouvir e por aceitar minhas loucuras, minhas cartas e minhas reuniões. Obrigada por me fazer sentir especial e querida. E obrigada por aceitar todas as Brunas que existem em mim.


Esse capítulo foi inspirado nessa ilustração que aparece nas fotinhos acima. Ela foi feita especialmente para o blog por uma de minhas melhores amigas, uma artista fofa que logo logo será a arquiteta mais renomada do país. Infelizmente, não consegui inseri-la no cabeçalho do blog, mas precisava que ela estivesse aqui em algum lugar. E nada mais justo do que em um capítulo de Sunday Love cheio de gratidão por nossa amizade de tantos anos.

É isso. Mandem mensagens fofas para seus amigos agora que ele acabou...

Au revoir.
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Os livros são parte do meu organismo. Não existe Bruna Diseró para nenhuma pessoa no mundo que não esteja com um livro na mão ou preparada para falar de um recém lido. Os livros são tão importantes na minha vida, porque eles me inspiram o tempo todo (tá, também porque eles me fazem companhia em muitas vezes).

Os livros precisam inspirar. Não digo com isso que você não possa ler por diversão apenas. Mas, ao final da leitura, se você não estiver inspirado - e a inspiração pode assumir diversas formas - sua leitura não valeu à pena. Foi um uso inadequado do seu tempo, simples assim. A culpa não é sua e, confesso, às vezes, não é nem mesmo do escritor. Só quero dizer que leia, não mecanicamente, mas com sentimentos: se o livro não te impactou de alguma forma, doe-o para alguém. Outra coisa que sempre repito é que todos os livros merecem ser lidos, e todos eles serão os livros de cabeceira de alguém.

Livros que inspiram..:


Extraordinário, R. J. Palacio - Eu fiquei tão contente quando esse livro se popularizou. A mensagem de empatia dele é muito necessária nos dias de hoje e ele mereceu toda a repercussão e a adaptação para o cinema também. Esse livro me ensinou a ser mais solidária com as pessoas, mas do jeito certo para elas e não para mim. A empatia é um dos sentimentos que mais me guiam e o livro me ensinou o verdadeiro significado do conceito.

Pollyanna, Eleanor H. Porter - Um clássico, mas um clássico que esquenta nossos corações a cada página e que, por isso, merece ser relido anualmente. Acho que já disse aqui, mais de uma vez, que esse livro moldou a Bruna que sou hoje. Ser mais positiva e buscar transformar as pessoas nesse aspecto são ações que busco realizar todos os dias. Sou grata ao livro por isso.

O ladrão de raios, Rick Riordan - Esse foi o livro que me ensinou a ser fã. Isso mesmo, que me ensinou a ser fã! Nunca antes tinha me dedicado tanto a aprender mais sobre um assunto, a pesquisar pessoas que compartilhavam desse amor comigo, a procurar objetos colecionáveis… Todos devemos sentir essa euforia um dia.

E não sobrou nenhum, Agatha Christie - Ler Christie é sentir-se aprendendo a todo instante. Esse foi o primeiro livro que li da escritora britânica, conhecida como a Rainha do Crime, e, desde então, montei uma pequena coleção particular no meu quarto só com obras dela. Esse livro me ensinou o raciocínio e, também, que um livro pode surpreender, mesmo quando tudo parecia perdido.

O Pequeno Príncipe, Antoine de Saint-Exupèry - No blog, tem um capítulo inteiro sobre esse livro. E é sobre dar uma segunda chance a coisas que, aparentemente, estavam sólidas em minha mente na categoria de não aprovadas. Ele também me ensinou que o essencial é invisível aos olhos. Me ensinou que rosas crescem em condições de oxigênio nulo e, também, que um chapéu é na verdade uma cobra que engoliu um elefante. Me ensinou a conservar sempre minha criança interior, porque ela é importante. E, ela é, de fato.

... fotos que encantam:


Vocês já leram algum desses livros?

Deixem nos comentários quais que vocês já leram e me deixem outras dicas também! Au revoir.
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Bonjour. Recentemente, eu mostrei a vocês minha Agenda dos Sonhos. Lembram-se de que em uma de suas páginas havia uma lista com meus pequenos e grandes sonhos? É uma lista em que escrevi tudo aquilo que gostaria de realizar em minha vida, coisas que dependem de mim em sua maioria. Por isso, nesse mês especial do meu aniversário, quis compartilhar com vocês, mes amis, alguns de meus desejos.

Alguns são simples e fáceis de serem realizados. Sinto-me um tanto tola, mas acho que a singeleza deles é tão importante que, às vezes, eles me farão muito mais contentes do que meus grandes desejos. A vida é assim, não? Buscamos tanto sermos realizados dentro dos padrões que a sociedade impõe (ter um bom emprego, uma casa, uma família), que nos esquecemos que a vida são os segundos e não os anos.

As pequenas coisas como olhar o céu à noite, sorrir para alguém na rua, ser gentil com o vizinho chato, usar sua roupa favorita, passam desapercebidas. E não podemos nunca deixar que isso aconteça! Fazer uma lista de desejos, como essa aí debaixo, é um exercício necessário para fazermos a manutenção da alegria de nossas almas. E não importa quantos anos você tenha! Os desejos devem ser realizados sempre. Está bem?

Essa é a minha lista:
Imagem relacionada
                                                                             Dançar na chuva 
Fazer aula de esgrima
Fazer aula de sapateado
Ver as estrelas (e o universo) por um telescópio
Mergulhar no mar e ver a vida em atividade lá embaixo
Usar maquiagem completa profissional pelo menos uma vez
Usar trança embutida com flores decorando os meus cabelos
Fazer uma coroa de flores naturais com minhas próprias mãos
Tocar castanhola
Estudar grego 

Fazer piqueniques (minhas próprias comidinhas) periodicamente

Assar cookies no Natal

Fazer a maquiagem do Pierrot para o Carnaval
Fazer um ensaio fotográfico
Ir a uma floresta no outono
Colher cenouras e beterrabas da terra
Doar sangue periodicamente
Montar um álbum de fotos personalizado
Viajar pelo mundo
Comer fish and chips tradicional na Inglaterra
Fazer um roteiro literário de passeios na Inglaterra
Intercâmbio: interior da Inglaterra
Assistir a um show do Mika
Assistir a um show do Alexander Rybak
Encontrar uma planta carnívora 
Andar a cavalo
Assistir a um jogo de vôlei
Ver a Aurora Boreal
Costurar meu próprio vestido em estilo anos 50 (meu favorito)
Aprender (e me dedicar ao) bordado
Ver a neve e aproveitar vários dias com ela

Imagem relacionada
Tem algum desses desejos que é seu também? 

Deixe nos comentários, adoro lê-los!
Au revoir.
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Bonjour. Como eu adoro escrever para essa categoria do blog... Sabe, ela me traz uma paz e uma euforia que me fazem lembrar sempre dos motivos de eu ter um cantinho na Internet: compartilhar pequenos pedaços de coisas que me deixam contente ou que eu faço com amor. E sabe de um objeto que reúne essas duas coisas? A minha agenda dos Sonhos! "Mas, o que é uma agenda dos Sonhos?", você deve estar se perguntando... Senta, que lá vem história.

Eu nunca fui muito boa em escrever diários. Quando eu era criança, muitas amigas minhas escreviam diário e era muito comum a gente ganhar caderninhos de aniversário, então, acabei sendo influenciada a adotar essa prática. Mas, como eu disse, eu não era muito boa não. Isso porque eu não tinha paciência de escrever sobre o meu dia todos os dias, ainda mais naqueles que não acontecia absolutamente nada de interessante.

Com o tempo, então, eu fui deixando de escrever e comprar diários. Há dois anos, entretanto, eu senti necessidade de guardar meus pensamentos em algum lugar. Aconteceu após eu maratonar a série "30 antes dos 30" da querida Flávia Calina, em que uma das tarefas que ela impôs a si própria foi escrever um Diário de Gratidão. Eu fiquei com muita vontade de ter um diário assim também e, como eu já tinha um caderninho todo enfeitado da Daiso (com uma temática vintage chuchu, à la Paris), foi batata!

Mas, lembra que eu disse antes que não tenho paciência em completar diários todos os dias? Pois é, aconteceu com o Diário de Gratidão também... Mas, eu não queria parar de escrever sobre sentimentos positivos e estimular o otimismo em mim. A minha saída foi transformar aquele caderninho em uma agenda, onde eu colocaria quando eu sentisse vontade drops de amor, positividade, gratidão, sonhos e pitadas generosas de pequenas alegrias. Assim que surgiu minha "Agenda dos Sonhos"!


As primeiras páginas são do meu antigo Diário da Gratidão.



Seguindo o plano de colocar mensagens que estimulassem o otimismo e a autoestima em mim, eu transcrevi algumas aulas do programa da Tv Mundo Maior chamado Espírito de Mulher, em que as apresentadoras discutiram sobre esse tema dentro da visão kardecista. Esse exercício realmente me ajudou a ser mais grata às coisas que possuo e, também, ser grata ao que eu sou.


Na minha agenda, eu também transcrevi previsões sobre o ano do meu signo, Peixes, a cada começo de ano. Meu astrólogo favorito é o André Mantovanni, aquele que vai na Cátia Fonseca, sabe? Ele também tem um canal no YouTube em que, todo domingo, ele compartilha as previsões para a semana. Vale à pena acessar, se você gosta desse universo mágico, porque ele sempre passa mensagens do bem, mesmo quando as cartas que saem não são tão legais assim.


Outra coisa que eu coloquei nela, só consegui pela ajuda dos meus amigos. Eu pedi a eles que me dissessem a quais coisas eles me associavam e, também, sobre o que eles pensavam quando pensavam em mim. Então, eu escrevi as respostas mais concretas que eles me deram. Foi um exercício bem fofo e surpreendente, porque eu não imaginava que eles pensavam tantas coisas positivas sobre mim.


Na minha agenda, como eu disse, também tem dicas de autoestima! Eu peguei essas dicas de cuidado com a pele em um programa vespertino há um tempão e, infelizmente, ainda não a coloquei em prática. Quem sabe eu não faça daqui há alguns dias, daí eu compartilho com vocês o que achei.


Sem cultura, eu não consigo sobreviver! Sempre há um espacinho na minha agenda para eu montar listas de livros, filmes e séries que eu assisti e li ao longo do ano. Ah, também iniciei uma lista com as músicas da minha vida, mas achei que seria mais produtivo ir já montando uma playlist no YouTube mesmo.


Algumas páginas aleatórias em que compartilhei letras de músicas que gosto, frases que me impactaram de alguma forma e grandes agradecimentos da minha vida.


Essa página, eu a compartilhei logo que terminei de montá-la no meu Instagram.  Essa foi uma daquelas atividades que dão orgulho, sabe? Eu coletei algumas flores em minha viagem para Poços de Caldas, MG, já com a intenção de prensá-las e guardá-las na minha Agenda dos Sonhos. Eu já fiz um post em que ensino a prensar flores, lá tem fotos mais detalhadas dessa página lindinha. E é claro que pretendo catalogar mais elementos da natureza! Fiquem ligadinhos na minha conta no Instagram que sempre compartilharei mais novidades por lá, está bem?



Por fim, a minha própria seção de "30 antes dos 30". Bom, não exatamente são trinta desejos que quero realizar antes de fazer trinta anos (está um pouco longe de eu completar essa idade ainda)... Mas, sim, eu fiz uma lista de sonhos (pequenos e grandes) que quero realizar na minha vida. Como meta de 2019, eu coloquei realizar pelo menos três coisas dessa minha lista. Afinal, ela é bem maleável e só crescerá com o tempo, ou seja, quanto mais sonhos realizados e mais sonhados, melhor.


Bom, gente, essa é a minha "Agenda dos Sonhos". Eu recomendo bastante que vocês façam uma também! Nos dias de hoje, com a possibilidade que temos de programar eventos pelo celular, esquecemos um pouco da sensação de sentar e escrever sobre nossos sentimentos. Eu posso dizer que essa sensação é muito gostosa e, depois, quando relemos algumas coisas que escrevemos, temos uma nostalgia gostosa e uma garra maior para realizar o que queremos. Ah, fazer catálogos de flores e folhas também é bem legal! E o resultado, como vocês viram, é tão gracioso...

É isso. Ah, esqueci de perguntar: vocês já escrevem diários ou agendas? Já escreveram alguma vez?

Compartilhem nos comentários, por favor, adoraria saber o quanto essa atividade é popular hoje em dia. Beijos açucarados.
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Bonjour, meu nome é Bruna. Sou uma ratinha de biblioteca, adoro fotografar a natureza, andar por ruas desconhecidas e escrever tudo o que me vem a cabeça. Obrigada por visitar o meu jardim. Abra seus olhos e amplie sua imaginação. Talvez você precise bastante por aqui.

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